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Maranhense Gê Viana estreia exposição individual na Europa com obras inspiradas na cultura reggae

Artista maranhense Gê Viana Divulgação/Redes Sociais A artista maranhense Gê Viana vai abrir sua primeira exposição individual na Europa, em Viena, capit...

Maranhense Gê Viana estreia exposição individual na Europa com obras inspiradas na cultura reggae
Maranhense Gê Viana estreia exposição individual na Europa com obras inspiradas na cultura reggae (Foto: Reprodução)

Artista maranhense Gê Viana Divulgação/Redes Sociais A artista maranhense Gê Viana vai abrir sua primeira exposição individual na Europa, em Viena, capital da Áustria. Intitulada “Anunciação das Ardências”, a mostra será inaugurada no dia 2 de outubro, na galeria MEZEKƎRƎ, e reúne colagens, escultura, instalação e um novo altar sonoro inspirado na cultura reggae do Maranhão. 📲 Clique aqui e se inscreva no canal do g1 Maranhão no WhatsApp A exposição foi anunciada pela galeria nessa segunda-feira (14). A mostra transforma o espaço em um ambiente que reúne elementos de arquivo, ritual e encontro. Ao todo, serão apresentadas 11 colagens, uma escultura, uma instalação de ráfia e um novo altar sonoro. Um dos elementos centrais de “Anunciação das Ardências” é a “Radiola”, equipamento de som que ocupa um lugar importante na história do reggae maranhense. Durante décadas, as radiolas ajudaram a consolidar uma identidade própria do gênero no Maranhão e se tornaram pontos de encontro e circulação musical. Na obra de Gê Viana, a radiola aparece como um corpo sonoro e também como instrumento de preservação da memória coletiva. A instalação estabelece uma relação entre música, território e práticas culturais do Maranhão. Agora no g1 A MEZEKƎRƎ funciona no sótão do Pavilhão Kenyon, no antigo Hospital Sophienspital, no bairro Neubau, em Viena. O espaço recebe exposições, performances, concertos, leituras, workshops, eventos comunitários e colaborações internacionais. Dirigida por artistas, a galeria se apresenta como um espaço dedicado a práticas artísticas globais e diaspóricas e às conexões entre artistas de diferentes territórios. Segundo a MEZEKƎRƎ, a proposta também busca ampliar a presença de perspectivas de comunidades migrantes e da chamada “Maioria Global” no circuito artístico.